
O “Dark Social” refere-se às partilhas de conteúdo que ocorrem em canais privados, como WhatsApp, Messenger ou Telegram, onde as agências de marketing não conseguem rastrear a origem exata do tráfego através de ferramentas convencionais. Em 2026, estima-se que mais de 70% das interações sociais ocorram nestes ambientes fechados. Compreender e medir este fenómeno é crucial para entender o verdadeiro alcance orgânico de uma marca e a eficácia das suas recomendações boca-a-boca.
Atribuição e Links Parametrizados
Para combater a invisibilidade dos dados, as agências de marketing utilizam agora encurtadores de links inteligentes e parâmetros UTM avançados em cada peça de conteúdo. Quando um utilizador partilha um post da gestão de redes sociais diretamente num grupo de família no WhatsApp, precisamos de saber que aquela visita ao site veio de uma recomendação privada. Isso permite valorizar corretamente o esforço criativo e entender quais os temas que geram maior partilha espontânea entre os utilizadores.
Comunidades Privadas como Estratégia
Em vez de lutar contra o Dark Social, as marcas inteligentes estão a abraçá-lo. O gerenciamento de redes sociais agora inclui a criação de canais oficiais no Telegram ou comunidades no WhatsApp. Nestes espaços, a marca tem acesso direto aos seus fãs mais leais, podendo testar novos produtos ou ofertas antes de os lançar para o grande público. Esta proximidade gera um nível de confiança que nenhuma agência de tráfego pago consegue comprar, criando um exército de defensores da marca no mundo “invisível” das mensagens privadas.
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