Porque Algumas Empresas São Lembradas e Outras São Esquecidas
Algumas empresas conseguem ocupar um espaço muito claro na cabeça do consumidor.
Quando alguém pensa num determinado tipo de serviço, lembra-se imediatamente de uma ou duas marcas.
Outras empresas, mesmo oferecendo um bom produto, praticamente desaparecem da memória assim que a pessoa fecha o Instagram, sai do site ou termina uma conversa.
Porquê?
Nem sempre é uma questão de tamanho.
Nem sempre é orçamento.
Nem sempre é qualidade.
Muitas vezes, a diferença está na forma como a marca é apresentada, repetida, reconhecida e associada a uma ideia específica.
É isso que faz uma empresa ser lembrada.
Uma boa agência de marketing trabalha precisamente esta construção: criar uma presença suficientemente clara e consistente para que a marca deixe de ser apenas mais uma opção e passe a ocupar um lugar específico na memória do cliente.
Neste artigo, vamos perceber porque algumas empresas permanecem na cabeça das pessoas enquanto outras são rapidamente esquecidas — e o que a sua empresa pode fazer para aumentar reconhecimento, confiança e lembrança de marca.
Ser conhecido não é o mesmo que ser lembrado
Uma pessoa pode ter visto a sua empresa.
Pode até reconhecer o nome.
Mas isso não significa que se lembre dela no momento em que precisa comprar.
Existe uma diferença importante entre exposição e memória.
Imagine que alguém viu a sua marca num anúncio há três meses.
Hoje precisa do serviço.
Consegue lembrar-se do nome?
Sabe onde encontrar a empresa?
Lembra-se daquilo que ela faz?
Se não, aquela exposição teve pouco valor comercial no momento da decisão.
O objectivo do branding não é apenas fazer com que alguém veja a empresa.
É aumentar a possibilidade de ser lembrado quando surgir uma necessidade.
A memória gosta de simplicidade
Empresas que tentam comunicar demasiadas coisas ao mesmo tempo tendem a ser mais difíceis de memorizar.
Imagine uma empresa que diz:
“Somos inovadores, próximos, tecnológicos, acessíveis, premium, rápidos, personalizados, sustentáveis e especialistas em tudo.”
Qual é a ideia principal?
Difícil saber.
Agora compare com:
“Especialistas em marketing para empresas locais.”
Ou:
“Instalação de calhas sem emendas em Calgary.”
A mensagem é mais fácil de compreender e, consequentemente, mais fácil de lembrar.
Memória precisa de clareza.
Uma marca precisa de representar alguma coisa
Quando alguém pensa na sua empresa, qual é a primeira associação que gostaria que aparecesse?
Preço?
Qualidade?
Velocidade?
Especialização?
Confiança?
Inovação?
Atendimento?
Simplicidade?
Se a resposta for “tudo”, provavelmente ainda existe um problema de posicionamento.
Uma marca forte costuma possuir uma ideia central.
Pode ter várias qualidades, naturalmente.
Mas existe normalmente uma associação principal.
Posicionamento facilita lembrança
Imagine dois restaurantes.
Um comunica:
“Comida deliciosa para todos.”
Outro:
“Especialistas em cozinha tradicional portuguesa.”
O segundo é mais fácil de encaixar numa categoria mental.
Quando alguém deseja aquele tipo de cozinha, existe uma associação clara.
O mesmo acontece em praticamente qualquer sector.
Quanto mais claro o posicionamento, mais fácil é recordar a marca na situação certa.
Empresas genéricas são mais fáceis de esquecer
“Qualidade e confiança.”
“Serviço de excelência.”
“Soluções à medida.”
“Atendimento personalizado.”
Essas expressões aparecem em milhares de sites.
Não são necessariamente erradas.
O problema é que dificilmente criam diferenciação.
Se cinco concorrentes dizem exactamente a mesma coisa, o consumidor não possui um motivo forte para lembrar especificamente de um deles.
A diferença precisa ser perceptível
Uma empresa pode ser diferente internamente.
Mas se não comunica essa diferença, o cliente não sabe.
Talvez possua:
um processo exclusivo;
uma especialização;
um prazo mais rápido;
uma equipa mais experiente;
uma tecnologia própria;
um atendimento diferente.
Tudo isso pode ser vantagem.
Mas precisa de aparecer.
Marketing transforma diferenciais internos em percepções externas.
Repetição é fundamental
Uma marca raramente é lembrada depois de um único contacto.
As pessoas precisam de encontrar a empresa várias vezes.
Google.
Instagram.
Anúncios.
Artigos.
Recomendações.
E-mails.
Vídeos.
Quanto mais consistente for essa exposição, maior a familiaridade.
É por isso que desaparecer durante meses prejudica tanto reconhecimento.
Consistência vence intensidade temporária
Uma empresa publica 30 vezes num mês.
Depois desaparece por três meses.
Outra publica duas ou três vezes por semana durante o ano inteiro.
Qual tende a ser mais lembrada?
Provavelmente a segunda.
A memória é construída com repetição ao longo do tempo.
Uma boa gestão de redes sociais ajuda precisamente a manter essa presença de forma consistente.
Não se trata de publicar por publicar.
Trata-se de continuar presente.
Familiaridade aumenta confiança
Existe um efeito simples.
Quanto mais vezes uma pessoa encontra uma marca em contextos relevantes, mais familiar ela se torna.
E familiaridade pode reduzir risco percebido.
Imagine pesquisar um serviço e encontrar uma empresa.
Nunca ouviu falar.
Depois encontra outra que já viu várias vezes no Instagram, no Google e através de conteúdos.
Mesmo sem ter comprado antes, a segunda parece mais conhecida.
Essa sensação pode influenciar decisão.
Identidade visual ajuda a reconhecer
Cores.
Logotipo.
Tipografia.
Estilo de imagens.
Layout.
Quando esses elementos são utilizados com consistência, o consumidor começa a reconhecer a marca antes mesmo de ler o nome.
Pense em marcas conhecidas.
Muitas são identificadas por uma cor ou formato.
Pequenas empresas também podem construir esse tipo de reconhecimento, naturalmente numa escala diferente.
Mudar de identidade constantemente prejudica memória
Hoje a marca utiliza azul.
No próximo mês, verde.
Depois muda o logotipo.
Cada campanha parece de uma empresa diferente.
Isso reduz reconhecimento.
Não significa que uma identidade nunca possa evoluir.
Pode.
Mas mudanças precisam ser estratégicas.
Consistência é mais importante do que perseguir tendências visuais constantemente.
O tom de voz também cria reconhecimento
Marca não é apenas visual.
A maneira como escreve também importa.
Formal.
Descontraída.
Técnica.
Próxima.
Provocadora.
Educativa.
Se cada publicação parece ter sido escrita por uma empresa diferente, existe perda de identidade.
Uma voz consistente ajuda a criar personalidade.
Empresas lembradas possuem personalidade
Pessoas lembram-se mais facilmente daquilo que parece possuir carácter.
Uma marca extremamente neutra pode ser profissional, mas pouco memorável.
Isso não significa transformar toda empresa numa personagem exagerada.
Significa possuir uma forma própria de comunicar.
Opiniões.
Vocabulário.
Perspectiva.
Estilo.
Tudo isso ajuda a diferenciar.
Conteúdo também constrói memória
Uma pessoa pode não estar pronta para comprar.
Mas lê um artigo útil.
Semanas depois encontra outro.
Depois vê um vídeo.
A marca começa a associar-se a determinado tema.
Quando surge a necessidade, ela é lembrada.
Conteúdo funciona muito bem para construir esse tipo de presença.
Ensinar cria associação com conhecimento
Imagine uma empresa que responde constantemente às dúvidas do mercado.
Aos poucos, passa a ser percebida como fonte de informação.
Quando alguém pensa naquele assunto, pode lembrar-se dela.
É por isso que conteúdo educativo não serve apenas para SEO.
Serve para autoridade e memória.
Escolha temas que reforçam aquilo que quer representar
Se pretende ser reconhecido como especialista em marketing local, produzir conteúdos genéricos sobre todos os temas imagináveis pode diluir posicionamento.
Concentre parte importante da produção em assuntos relacionados com a especialidade.
Ao longo do tempo, a associação fica mais clara.
Especialização repetida gera lembrança.
Não publique apenas promoções
Se todo conteúdo diz:
“Compre.”
“Contrate.”
“Promoção.”
O público não cria uma relação muito profunda com a marca.
Conteúdo útil ajuda a criar mais pontos de contacto.
Educação.
Bastidores.
Histórias.
Dicas.
Opiniões.
Resultados.
Esses formatos aumentam a quantidade de razões para alguém acompanhar.
Histórias são mais memoráveis do que características
“Temos 20 anos de experiência.”
É uma informação.
Mas:
“Começámos com dois profissionais numa pequena sala e hoje atendemos centenas de empresas.”
É uma história.
Histórias criam contexto.
E contexto facilita memória.
Não precisa inventar narrativas dramáticas.
Procure histórias reais.
Conte histórias de clientes
Casos de sucesso são particularmente poderosos.
O cliente enfrenta um problema.
A empresa ajuda.
Existe uma transformação.
Essa estrutura é naturalmente fácil de compreender.
Além de gerar confiança, ajuda o público a visualizar aquilo que a empresa faz.
Mostre rostos
É mais fácil lembrar pessoas do que logótipos abstractos.
Fundadores.
Especialistas.
Equipa.
Técnicos.
Consultores.
Quando rostos aparecem repetidamente, tornam-se associados à marca.
Isso ajuda bastante empresas de serviços.
Uma empresa demasiado anónima pode ser esquecida
Imagine um Instagram composto apenas por artes.
Nenhuma pessoa.
Nenhum bastidor.
Nenhuma voz.
Nenhum vídeo.
Pode parecer profissional.
Mas talvez seja pouco humano.
Mostrar quem está por trás do negócio cria proximidade e diferenciação.
Experiências fortes também geram memória
Marketing não termina na comunicação.
Uma experiência excelente pode ser muito mais memorável do que um anúncio.
Atendimento rápido.
Pequenos detalhes.
Embalagem.
Pós-venda.
Resolução de problemas.
Tudo contribui.
Uma marca é aquilo que comunica e aquilo que entrega.
O atendimento pode criar histórias que os clientes contam
Pense em empresas que surpreendem positivamente.
O cliente conta:
“Eles responderam imediatamente.”
“Resolveram tudo no mesmo dia.”
“Enviaram uma mensagem depois para confirmar se estava tudo bem.”
Esses detalhes tornam-se histórias.
Histórias transformam clientes em promotores.
Empresas lembradas são frequentemente recomendadas
Existe uma ligação directa.
Quando alguém pergunta:
“Conheces uma empresa que faça isto?”
Para recomendar, a pessoa precisa lembrar-se de um nome.
Se a marca nunca ocupou espaço na memória, não será mencionada.
Isso significa que branding também influencia marketing de indicação.
A recomendação acontece mesmo sem compra
Uma pessoa pode nunca ter sido cliente.
Mas acompanha uma empresa.
Gosta dos conteúdos.
Percebe profissionalismo.
Um amigo pergunta por recomendação.
Ela pode indicar aquela marca.
Isso mostra o valor de construir presença além da conversão imediata.
O Google também influencia lembrança
Imagine pesquisar diferentes dúvidas sobre um determinado assunto e encontrar repetidamente a mesma empresa.
Primeiro num artigo.
Depois numa página de serviço.
Depois noutra pesquisa.
A marca começa a tornar-se familiar.
SEO também ajuda a construir presença mental.
Aparecer uma vez é diferente de dominar um tema
Uma única página pode gerar tráfego.
Mas várias páginas relevantes criam autoridade.
Se uma empresa aparece repetidamente para diferentes pesquisas relacionadas, o utilizador começa a associá-la àquela categoria.
Isso fortalece marca e SEO simultaneamente.
O site precisa reforçar a mesma identidade
Uma pessoa encontra a empresa no Instagram.
Depois visita o site.
Se parece outra marca, existe quebra.
Mesmas cores.
Mesmo posicionamento.
Mesmo tom.
Mesma proposta.
Uma boa criação de sites profissionais deve reforçar aquilo que os outros canais já comunicam.
Coerência reduz esforço mental
Quanto mais coerentes são os canais, mais fácil é reconhecer.
Site.
Propostas.
E-mails.
Publicidade.
Materiais.
Tudo não precisa ser idêntico.
Mas precisa parecer parte da mesma empresa.
Estar em todo lado não significa ser memorável
Uma empresa pode estar em oito redes e continuar esquecível.
Outra pode trabalhar apenas três canais e ser muito reconhecida.
O que importa é consistência e relevância.
Não presença aleatória.
Melhor ser forte nos canais certos do que fraco em todos.
Escolha pontos de contacto estratégicos
Onde o cliente realmente está?
Google?
Instagram?
LinkedIn?
YouTube?
E-mail?
WhatsApp?
Construa presença nesses locais.
Depois repita a mensagem central.
Reconhecimento precisa de continuidade.
Publicidade pode acelerar familiaridade
Anúncios são uma forma de aumentar frequência de exposição.
Uma pessoa vê a marca várias vezes durante um período.
Isso pode aumentar reconhecimento.
Mas existe um cuidado.
Se o anúncio muda completamente a identidade a cada campanha, parte desse efeito perde-se.
Uma estratégia de tráfego pago também deve considerar marca, não apenas cliques.
Frequência sem relevância pode gerar irritação
Ver a mesma publicidade vinte vezes num dia não significa necessariamente mais lembrança positiva.
Existe um ponto de saturação.
Por isso, combine frequência com:
criativos diferentes;
conteúdos úteis;
mensagens relevantes.
O objectivo é ser familiar.
Não cansativo.
Repetir a ideia não significa repetir exactamente a mesma frase
Uma marca pode reforçar o mesmo posicionamento de formas diferentes.
Artigo.
Vídeo.
Caso de sucesso.
Anúncio.
Testemunho.
Todos podem comunicar:
“Somos especialistas nesta solução.”
Sem utilizar sempre as mesmas palavras.
Isso mantém consistência sem monotonia.
Crie elementos distintivos
Elementos distintivos ajudam muito reconhecimento.
Pode ser:
uma cor;
um símbolo;
uma frase;
um estilo de fotografia;
um formato de conteúdo;
uma personagem;
um tipo específico de vídeo.
Esses elementos tornam a marca mais fácil de identificar.
Não precisam ser complicados.
Precisam ser consistentes.
Uma boa assinatura pode ajudar
Slogans podem funcionar quando sintetizam uma promessa ou posicionamento.
Mas precisam ser simples.
Frases excessivamente genéricas raramente ajudam.
Uma boa assinatura deve conseguir reforçar aquilo que a empresa representa.
Evite mudar slogans constantemente
Se todos os meses existe uma nova frase principal, nenhum conceito ganha força.
Escolha uma ideia.
Repita.
Construa.
A memória precisa de tempo.
Especialização aumenta memorabilidade
Imagine precisar de determinado serviço muito específico.
É mais fácil lembrar:
“a empresa que faz exactamente isso”
do que:
“a empresa que faz isso e outras cinquenta coisas.”
Não significa que o negócio precise oferecer apenas um serviço.
Mas pode escolher uma especialidade para comunicar com mais força.
Categorias mentais são poderosas
Pergunte:
Qual categoria gostaria de dominar na cabeça do cliente?
“Marketing para empresas locais.”
“Contabilidade para clínicas.”
“Pintura residencial premium.”
“Serviços de calhas em Calgary.”
Quanto mais clara a categoria, mais fácil trabalhar lembrança.
Empresas locais podem construir uma associação extremamente forte
Imagine alguém em Calgary a pensar em calhas.
Uma empresa pode trabalhar para associar sua marca constantemente a esse serviço através de site, conteúdos, avaliações, fotografias e páginas sobre Seamless Gutter Installation.
A Gutter Calgary Rock é um exemplo de empresa de serviços que utiliza soluções da DunaHub. Para operações deste tipo, aparecer repetidamente em pesquisas e conteúdos relacionados com gutters ajuda a criar reconhecimento local, enquanto a organização comercial permite acompanhar as oportunidades geradas.
Quando nome e categoria começam a andar juntos, a marca ganha força.
A localização também pode fazer parte da marca
“Especialistas em Lisboa.”
“Atendimento no Porto.”
“Serviços em Calgary.”
Se a geografia importa para o cliente, repeti-la pode ajudar posicionamento.
Empresas locais não precisam tentar parecer nacionais.
Dominar uma região pode ser extremamente valioso.
Avaliações ajudam a fixar a marca
Quando alguém encontra uma empresa várias vezes associada a centenas de avaliações positivas, a percepção torna-se mais forte.
O nome começa a ser ligado a:
popularidade;
experiência;
confiança.
Isso também contribui para memória.
Incentive clientes a mencionar detalhes
Avaliações como:
“Boa empresa.”
são positivas.
Mas:
“Contratei a empresa para X, responderam rapidamente e terminaram dentro do prazo.”
é muito mais rica.
Detalhes reforçam aquilo que a marca deseja representar.
Naturalmente, nunca dite avaliações falsas.
Peça apenas feedback honesto.
Experiência consistente protege a marca
Não adianta comunicar:
“Somos rápidos.”
e demorar três dias para responder.
A incoerência enfraquece associação.
Se quer ser lembrado por uma característica, a operação precisa confirmá-la.
Marca forte nasce quando promessa e experiência coincidem.
Organize os contactos para manter relacionamento
Depois de um cliente entrar em contacto, a empresa precisa continuar presente.
Propostas.
Follow-up.
Pós-venda.
Reactivação.
Um CRM ajuda a organizar estas oportunidades para que o relacionamento não dependa exclusivamente da memória da equipa.
Isso também ajuda a manter a marca presente em momentos futuros.
O cliente pode esquecer mesmo depois de comprar
Imagine contratar um serviço uma vez.
A experiência foi boa.
Três anos depois precisa novamente.
Lembra-se do nome?
Talvez não.
É por isso que relacionamento pós-venda importa.
Conteúdo.
E-mail.
Redes sociais.
Comunicações úteis.
Mantêm a marca presente sem depender apenas da memória espontânea.
Não comunique apenas quando quer vender
Uma empresa que aparece apenas durante promoções cria uma relação transaccional.
Quando não existe campanha, desaparece.
Marcas fortes mantêm presença entre compras.
Conteúdo útil e relacionamento ajudam a preencher esses períodos.
O esquecimento também acontece quando existe excesso de informação
Uma empresa pode produzir muito conteúdo e ainda assim não construir reconhecimento.
Porquê?
Porque cada publicação fala de um assunto completamente diferente.
Hoje marketing.
Amanhã motivação.
Depois notícias aleatórias.
Depois humor sem relação com o negócio.
Existe actividade.
Mas pouca associação.
Defina pilares de conteúdo
Escolha alguns grandes temas relacionados com posicionamento.
Por exemplo, uma agência pode trabalhar:
estratégia;
tráfego;
redes sociais;
SEO;
CRM;
vendas.
Ao repetir esses pilares, a audiência entende gradualmente aquilo que a marca domina.
O conteúdo precisa parecer seu
Se todo conteúdo poderia ser publicado exactamente igual por qualquer concorrente, existe pouca diferenciação.
Adicione:
experiência;
opinião;
casos;
dados internos quando possível;
exemplos;
histórias;
perspectiva.
Isso transforma conteúdo genérico em conteúdo de marca.
Uma opinião clara pode aumentar lembrança
Empresas muitas vezes evitam posicionar-se sobre qualquer assunto.
Resultado:
comunicação neutra.
Uma perspectiva clara pode gerar mais identidade.
Por exemplo:
“Não acreditamos que toda empresa precise estar em todas as redes sociais.”
É uma posição.
Gera conversa.
Ajuda a demonstrar pensamento estratégico.
Não tente agradar toda a gente
Marcas memoráveis frequentemente possuem personalidade suficiente para não ser favoritas de todos.
Isso não significa provocar gratuitamente.
Significa não diluir completamente a identidade para evitar qualquer opinião.
Se a marca tenta parecer adequada para qualquer pessoa, torna-se genérica.
O nome também precisa ser fácil de usar
Nomes extremamente complexos podem dificultar recomendação e pesquisa.
Se o nome já existe, talvez não faça sentido alterar.
Mas facilite a comunicação.
Pronúncia.
Escrita.
URL.
Perfis sociais.
Quanto mais fácil for encontrar novamente, melhor.
A experiência de pesquisa precisa ser simples
Imagine ouvir uma recomendação.
Depois tenta pesquisar a empresa e não consegue encontrar.
Isso prejudica lembrança.
Mantenha:
nome consistente;
perfis optimizados;
site claro;
Google actualizado.
O cliente precisa conseguir transformar memória parcial em descoberta.
Faça a pergunta: “O que queremos que as pessoas digam sobre nós?”
Esta pergunta ajuda bastante.
Imagine um cliente recomendando sua empresa.
O que gostaria que ele dissesse?
“Eles são muito rápidos.”
“São especialistas em pequenas empresas.”
“Explicam tudo muito bem.”
“São excelentes naquele tipo de projecto.”
Essa frase espontânea revela o posicionamento desejado.
Depois pergunte:
O nosso marketing reforça isso?
A nossa operação entrega isso?
Pergunte aos clientes aquilo que lembram
Pode fazer algo simples.
Pergunte:
“Quando pensa na nossa empresa, qual é a primeira coisa que lhe vem à cabeça?”
As respostas podem surpreender.
Talvez aquilo que a empresa deseja comunicar seja diferente daquilo que o mercado percebe.
Esse é um diagnóstico valioso.
Observe como os clientes descrevem a empresa
Leia:
avaliações;
e-mails;
mensagens;
comentários.
Quais palavras aparecem repetidamente?
“Rápidos.”
“Profissionais.”
“Criativos.”
“Organizados.”
Essas características podem indicar associações já existentes.
Talvez valha reforçá-las.
Compare com concorrentes
Faça o mesmo exercício.
Qual associação possui cada concorrente?
Concorrente A: barato.
Concorrente B: premium.
Concorrente C: especialista.
Onde sua empresa entra?
Se não existe uma resposta clara, existe uma oportunidade de posicionamento.
Não copie o posicionamento mais forte do concorrente
Se o concorrente já é conhecido como “o mais barato”, tentar ser também pode criar uma batalha difícil.
Talvez exista outro espaço.
Mais especializado.
Mais rápido.
Mais próximo.
Mais completo.
Estratégia procura espaços onde a marca pode ser relevante e distinta.
Consistência interna também importa
Toda a equipa precisa compreender aquilo que a marca representa.
Marketing comunica uma coisa.
Vendas diz outra.
Atendimento promete outra.
Isso gera confusão.
Uma marca forte precisa de alinhamento interno.
Crie algumas regras simples de marca
Não precisa de um manual de 200 páginas.
Mas é útil definir:
tom de voz;
cores;
mensagem central;
principais diferenciais;
público prioritário;
palavras que utiliza;
palavras que evita.
Isso aumenta consistência entre canais.
Marcas fortes criam expectativas
Quando alguém vê o nome, já imagina aquilo que vai receber.
Essa previsibilidade é valiosa.
O consumidor pensa:
“Se contratar, provavelmente será assim.”
Isso reduz incerteza.
E quanto menor o risco percebido, mais fácil pode ser avançar.
Entregar sempre o esperado fortalece memória
Se a empresa promete rapidez e entrega rapidez repetidamente, essa associação fica mais forte.
Se promete atendimento próximo e realmente é próxima, o mesmo acontece.
Posicionamento precisa ser demonstrado continuamente.
Surpreender positivamente pode criar memórias ainda mais fortes
Existe também espaço para superar expectativas.
Um pequeno gesto.
Uma resposta especialmente útil.
Um pós-venda inesperado.
Uma entrega antecipada.
Experiências fora do comum são mais fáceis de lembrar.
Não precisam ser caras.
Precisam ser relevantes.
O pós-venda pode ser uma ferramenta de branding
Depois da compra, muitas empresas desaparecem.
Esse é um desperdício.
Uma mensagem de acompanhamento pode reforçar:
cuidado;
organização;
profissionalismo.
Também aumenta a possibilidade de avaliação, recompra e indicação.
CRM pode ajudar a manter consistência no relacionamento
Um CRM permite acompanhar o histórico de oportunidades e clientes.
Isso facilita criar processos de:
follow-up;
pós-venda;
reactivação;
acompanhamento.
A marca não depende apenas de campanhas para ser lembrada.
O relacionamento também faz o trabalho.
Não tente construir memória apenas através de publicidade
Publicidade ajuda.
Mas memória é mais forte quando diferentes sinais confirmam a mesma coisa.
Anúncio.
Site.
Conteúdo.
Avaliação.
Experiência.
Atendimento.
Quando todos comunicam uma ideia consistente, a associação torna-se muito mais forte.
Branding não é apenas logótipo
Este é um erro comum.
Mudar o logótipo não significa necessariamente fortalecer marca.
Branding envolve:
posicionamento;
mensagem;
experiência;
identidade;
reputação;
consistência;
memória.
O logótipo é apenas um elemento.
Uma marca bonita pode continuar esquecível
É possível possuir excelente design e pouca diferenciação.
Tudo parece profissional.
Mas nada é memorável.
Por isso, estética precisa trabalhar com posicionamento.
O consumidor precisa conseguir responder:
“Porque esta empresa é diferente?”
Uma agência de marketing pode ajudar a transformar posicionamento em presença
Não basta definir um conceito numa reunião.
Depois é necessário aplicá-lo.
Site.
Conteúdo.
Publicidade.
Redes sociais.
Propostas.
Campanhas.
Uma estratégia integrada ajuda a repetir os mesmos sinais ao longo de diferentes pontos de contacto.
É assim que posicionamento deixa de ser apenas uma frase e começa a tornar-se percepção.
Como tornar a sua empresa mais memorável
Pode começar com um processo simples.
1. Escolha uma associação principal
O que quer representar?
2. Defina o público prioritário
Para quem deseja ser lembrado?
3. Clarifique a mensagem
Explique facilmente aquilo que faz.
4. Crie identidade consistente
Visual e verbal.
5. Escolha canais importantes
Onde o público está?
6. Produza conteúdo recorrente
Sobre temas relacionados com a especialidade.
7. Mostre pessoas e histórias
Humanize.
8. Entregue uma experiência coerente
Cumpra a promessa.
9. Mantenha relacionamento
Não desapareça depois da venda.
10. Repita
Porque memória exige tempo.
Não mude a estratégia antes de ela ter tempo de construir associação
Este ponto é importante.
A empresa escolhe um posicionamento.
Dois meses depois acha cansativo.
Muda.
Depois muda novamente.
Para a equipa, aquilo parece repetitivo.
Para o consumidor, talvez esteja apenas a começar a reconhecer.
Existe uma diferença entre repetição interna e percepção externa.
A empresa vê a própria marca todos os dias.
O cliente não.
A sua equipa cansa da mensagem antes do mercado
É normal.
Quem trabalha na empresa vê:
site;
posts;
anúncios;
apresentações;
todos os dias.
O consumidor vê uma pequena fracção.
Não mude apenas porque internamente parece repetitivo.
Avalie dados e percepção real.
Medir lembrança de marca não é tão simples quanto medir cliques
Não existe um único indicador.
Mas existem sinais.
Pesquisas pelo nome da empresa.
Tráfego directo.
Seguidores recorrentes.
Retorno ao site.
Indicações.
Menções.
Clientes que dizem “já conhecia vocês”.
Taxa de conversão.
Todos podem dar pistas.
Pergunte como as pessoas encontraram a empresa
Registe isso.
“Google.”
“Instagram.”
“Indicação.”
“Já acompanhava há algum tempo.”
Esta última resposta é particularmente interessante.
Mostra que a marca já estava presente antes da necessidade.
Observe pesquisas pelo nome da marca
Quando mais pessoas começam a pesquisar directamente pelo nome, pode existir aumento de reconhecimento.
Isso significa que o consumidor não está apenas pesquisando a categoria.
Já procura especificamente por você.
É um sinal valioso.
Marcas lembradas tendem a depender menos de comparação pura por preço
Quando a empresa possui identidade e reputação fortes, o consumidor não a vê apenas como mais uma opção idêntica.
Isso não elimina sensibilidade a preço.
Mas adiciona outros critérios.
Confiança.
Familiaridade.
Especialização.
Experiência.
É assim que branding também influencia margem.
Uma marca forte facilita novos lançamentos
Quando já existe confiança, apresentar um novo produto ou serviço torna-se mais fácil.
A empresa não começa do zero.
Existe uma audiência.
Existe reputação.
Existe atenção acumulada.
Isso é um activo importante.
A memória de marca é construída antes de precisar dela
Este talvez seja o ponto central.
Se uma empresa começa a tentar ser lembrada apenas no momento em que precisa desesperadamente de vendas, chegou tarde.
Reconhecimento precisa ser construído durante períodos normais.
Conteúdo.
Presença.
Relacionamento.
Experiência.
Quando a necessidade aparece, a marca já está na cabeça do cliente.
Conclusão
Algumas empresas são lembradas porque construíram uma associação clara.
Outras são esquecidas porque comunicam demasiadas coisas, mudam constantemente ou desaparecem durante longos períodos.
Ser memorável não exige necessariamente o maior orçamento do mercado.
Exige clareza, consistência e repetição.
Uma boa gestão de redes sociais ajuda a manter a marca presente, enquanto uma agência de marketing pode integrar posicionamento, conteúdo, publicidade, site e identidade para que todos os canais reforcem a mesma ideia.
Depois que os contactos aparecem, utilizar um CRM como a DunaHub ajuda a manter acompanhamento e relacionamento, evitando que a empresa desapareça da jornada depois do primeiro contacto.
Por isso, em vez de perguntar apenas:
“Como podemos chegar a mais pessoas?”
Pergunte:
“Quando essas pessoas precisarem do nosso serviço, vão lembrar-se de nós?”
Porque alcance pode colocar a empresa diante do consumidor durante alguns segundos.
Mas uma marca forte consegue algo muito mais valioso:
continuar presente na memória depois de o anúncio desaparecer, o conteúdo terminar e o ecrã ser fechado.
É essa presença que aumenta a possibilidade de a empresa ser procurada, recomendada e escolhida quando finalmente chegar o momento da compra.